Uma jovem escritora é convidada para o remoto complexo de um lendário astro pop que desapareceu misteriosamente há trinta anos. Cercada pelo culto de bajuladores e jornalistas embriagados do astro, ela se vê no meio de seu plano perverso.
Como diz o slogan do filme, uma experiência única na vida, porque não pretendo rever isso.
Do começo ao fim não tem um momento inspirado. Pelo contrário, é entediante, chato e sem graça, com personagens irritantes e uma história fraca. O longa acha que está fazendo uma grande crítica social, mas é muito raso, passando longe de “concorrentes” lançados nos últimos anos, que também não são grande coisa.
A ideia em si até poderia levar a uma variação desse tipo de filme de culto/crítica social que temos visto recentemente, mas não consegue ser decente nem no básico.
Opus não passa tensão, medo e nem empatia por nenhum personagem, muito menos a protagonista, que deveria ser a única pessoa decente nessa história, mas consegue ser a mais sem graça – o que surpreende, já que Ayo Edebiri tem sido uma atriz conhecida por sua fala rápida e articulação que chama atenção, mas aqui está fraquíssima.
O resultado é um filme esquecível e que não tem nada novo ou melhor do que já existe por aí.


